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28 de janeiro de 2020, 22h34

Banda russa Pussy Riot usa arte crítica a Bolsonaro em seu pôster do show em SP

A banda feminista faz show no festival "Verão Sem Censura" na próxima quinta-feira

Divulgação

Em fevereiro de 2012, as integrantes da banda russa Pussy Riot foram presas. Elas subiram subiram no altar da Catedral de Cristo Salvador, que fica em Moscou, e pediram à Virgem Maria que virasse feminista e livrasse a Rússia de Putin.

O que elas chamaram de “Oração Punk” durou 40 segundos, que mudaram a vida daquelas mulheres. Elas denunciavam o papel crescente da Igreja Ortodoxa nas questões do Estado e acabaram sendo condenadas por vandalismo e ódio religioso. Foram presas e ficaram mais de um ano encarceradas.

Uma das integrantes, Masha, está lançando um livro sobre esses “Dias de Tumulto”, título da obra, publicada no Brasil pela Editora Hedra.

No lançamento, que acontece em São Paulo na próxima quarta-feira (29), haverá debate e exibição do documentário “Crime e castigo”, de Yevgeni Mitta, que conta uma história da qual as mulheres do Pussy Riot são protagonistas: o feminismo e a resistência política na Rússia.

O show da banda acontece quinta-feira (30), às 20h, junto com a cantora e também ativista Linn da Quebrada, em frente ao Centro Cultural São Paulo, no festival Verão Sem Censura, promovido pela prefeitura da capital paulista.

O Pussy Riot esteve no Brasil em 2019 com um show recheado de recados para Jair Bolsonaro. Dessa vez, elas escolheram estampar uma arte com um “Chernobolso” no cartaz de divulgação do show.

 

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