No rastro do óleo do Nordeste
05 de fevereiro de 2019, 16h34

Público nas salas de cinema do Brasil cai pelo segundo ano consecutivo

De acordo com relatório da Ancine, além da perda de público, o ano também registrou queda na renda das bilheterias

De acordo com relatório da Agência Nacional de Cinema (Ancine), pelo segundo ano consecutivo, o Brasil registra uma queda no público frequentador das salas de cinema. Em 2018, 161 milhões de tíquetes de entrada nos cinemas foram comercializados. O número é 12,6% inferior ao de 2017, ano em que foi registrado um público geral de 181,2 milhões de ingressos/espectadores.

Os dados fazem parte do Fórum Anual Preliminar e reforçam um movimento de queda que vem acontecendo desde 2017, que já apresentou um público geral inferior a 2016.

Além da perda de público, o ano também registrou queda na renda das bilheterias. Enquanto em 2017, a renda total gerada pelo cinema alcançou o valor de R$ 2,717 milhões, em 2018 o montante caiu 11,6%, diminuindo para 2,435 milhões.

O Cinema nacional cresceu

O cinema nacional, no entanto, registrou aumento da bilheteria. Em 2018, as produções nacionais levaram 23,2 milhões de pessoas às salas de cinema, número 25,3% maior do que a bilheteria dos filmes nacionais de 2017. Segundo a Ancine, a razão da alta é o longa-metragem Nada a Perder, cinebiografia do empresário Edir Macedo.

A renda obtida com a bilheteria dos filmes nacionais foi 14,8% superior a de 2017, atingindo R$ 282,7 milhões. Em termos de participação de mercado, a fatia dos filmes nacionais no total de obras exibidas nas salas de cinema em 2018 foi de 14,4%, superior a fatia de 9%, registrada em 2017.

Com informações do Meio & Mensagem


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