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14 de outubro de 2019, 06h45

Ernesto Araújo quer intervenção no Equador para defender governo de Lenin Moreno

Araújo divulgou ainda uma nota conjunta do Mercosul corroborada pelo Itamaraty onde os países signatários “deploram os atos de violência registrados nas últimas horas na república-irmã do Equador”

Ernesto Araújo (Reprodução)

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, exortou pelo Twitter, na noite deste domingo (13), uma intervenção militar no Equador para defender o que ele chama de “Presidente legítimo Lenin Moreno”. Para o chanceler brasileiro, “a ameaça é continental, a resposta tem que ser continental”, escreveu.


“A América do Sul está mobilizada em defesa da democracia no Equador, onde forças de esquerda, apoiadas na rede criminosa do Foro de S. Paulo, com violência e vandalismo, tentam solapar o Presidente legítimo Lenin Moreno. A ameaça é continental, a resposta tem que ser continental.”

Araújo divulgou ainda uma nota conjunta do Mercosul corroborada pelo Itamaraty emitida neste domingo onde os países signatários “deploram os atos de violência registrados nas últimas horas na república-irmã do Equador”. Leia a nota abaixo:

Situação no Equador – Nota Conjunta do Mercosul

 

  1. Os governos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, Estados Partes do MERCOSUL,
  2. Considerando o princípio fundamental do respeito à democracia e o Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático no MERCOSUL,
  3. Deploram os atos de violência registrados nas últimas horas na república-irmã do Equador.
  4. Saúdam a disposição do governo do Equador e de setores representativos da sociedade equatoriana de iniciar diálogo com vistas à normalização da ordem no país.
  5. Os países do MERCOSUL reiteram seu apoio ao governo democraticamente constituído do Equador e ao Presidente Lenín Moreno, e esperam pela pronta restauração da paz no país.

 


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