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01 de janeiro de 2020, 20h58

Justiça boliviana rejeita pedido para jogar partido de Evo Morales na clandestinidade

Com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral da Bolívia, o MAS poderá lançar candidato na disputa presidencial, que tem eleições previstas ainda em 2020

Evo Morales (Foto: Reprodução/Twitter)

A Justiça eleitoral da Bolívia rejeitou nesta terça-feira (31) os pedidos de cancelamento do registro do partido Movimento al Socialismo (MAS), do ex-presidente Evo Morales, que após o golpe corria o risco de cair na clandestinidade.

Assim, o MAS poderá lançar candidato na disputa presidencial, que tem eleições previstas ainda em 2020.

“Nenhuma dessas ações se enquadrava nas causas que a legislação boliviana tem para anular o caráter jurídico de uma organização, por isso as demandas que foram apresentadas foram negadas pelo Plenário de forma unânime. O MAS está plenamente habilitado para participar das eleições de 2020”, disse Salvador Romero, presidente do Tribunal Superior Eleitoral da Bolívia.

O Tribunal Superior Eleitoral estima que nos primeiros dias de 2020 apresentará o calendário e o cronograma das novas eleições. A presidência atualmente é ocupada pela senadora Jeanine Áñez, que após o golpe se autoproclamou como mandatária do país.

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