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11 de outubro de 2018, 16h03

The Economist: Bolsonaro “representa uma ameaça mais insidiosa do que um flashback de 1964”

"Mais do que um movimento de direita organizado, Bolsonaro comanda uma corrente de opinião autoritária", diz o artigo

Reprodução

Conhecida mundialmente por sua linha editorial liberal – exceto entre parte do eleitorado brasileiro que a classifica como “comunista” -, a revista inglesa The Economist publicou nesta quinta-feira (11) um artigo em que classifica Bolsonaro como “um autoritário sem exército”. “Mais do que um movimento de direita organizado, Bolsonaro comanda uma corrente de opinião autoritária”, diz o artigo.

A revista ainda afirma que um governo Bolsonaro pode ser mais traiçoeiro e enganador que o golpe de 64, quando os militares tomaram o poder contra uma suposta ameaça comunista e ficaram por décadas no comando do País. “Em vez de um flashback de 1964, Bolsonaro representa uma ameaça mais insidiosa. Ele expressa visões extremas. Ele disse que a ditadura errou em “torturar em vez de matar”. Ele quer que a polícia mate mais “criminosos” e liberalize a posse de armas”.

Segundo a The Economist, a ascenção do militar da reserva “reflete ódio generalizado ao PT”.

Leia o artigo na íntegra (em inglês).


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