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08 de dezembro de 2013, 18h51

Ação do MP impediu Polícia Militar no estádio

Segurança da partida é feita por 100 seguranças particulares contratados pelo Atéltico-PR

Segurança da partida é feita por 100 seguranças particulares contratados pelo Atéltico-PR

Por Redação

 

(Imagem: Reprodução/Globo)

Na última sexta-feira (06), o Ministério Público de Santa Catarina protocolou uma ação que impedia a Polícia Militar de atuar dentro da Arena Joinville. A ausência dos policiais estimulou a briga entre torcedores de Atéltico-PR e Vasco, aos 16 minutos do primeiro tempo.

A segurança na área interna do estádio passou a ser de responsabilidade do Atlético-PR, que contratou 100 profissionais para evitar tumultos e confrontos  na Arena Joinville.

Fernando Krelling, presidente da Fundação Municipal de Esportes Lazer e Eventos de Joinville (Felej), responsável pela administração da Arena Joinville, já alertava, em entrevista ao UOL, na última sexta-feira (06), sobre o perigo que significa a ausência policial nas arquibancadas.

“É um jogo de risco nesses padrões. Temos a partida mais importante dos dois clubes no ano. Sabemos que o pós-jogo é bastante preocupante. Mas a Polícia Militar assegurou que tem carta branca para interferir também na parte interna caso tenha necessidade”, afirmou Krelling.

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O conflito

Aos 16 minutos do primeiro tempo, cinco minutos após o gol do Furacão, torcedores de Atlético-PR e Vasco correram para um espaço vago na arquibancada e se enfrentaram.

Foram socos e pontapés. Alguns torcedores foram cercados isoladamente e surrados. Resultado da briga, três homens foram levados em estado grave para o hospital São José. A Bandeirantes noticiou que um das vítimas está em coma, porém a informação não foi confirmada pelo centro médico.


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