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29 de janeiro de 2017, 12h57

Advogado diz que não há acordo para que Eike Batista se entregue

Advogado de Eike Batista, Fernando Martins, declarou na noite deste sábado (28), que não há nenhum acordo celebrado entre a Polícia Federal e seu cliente, para que o empresário se entregue. Martins também afirmou que Eike jamais submeteu sua apresentação à Justiça a qualquer tipo de condição.

Advogado de Eike Batista, Fernando Martins, declarou na noite deste sábado (28), que não há nenhum acordo celebrado entre a Polícia Federal e seu cliente para que o empresário se entregue. Martins também afirmou que Eike jamais submeteu sua apresentação à Justiça a qualquer tipo de condição.

Da Redação com Informações do G1

Advogado de Eike Batista, Fernando Martins, declarou na noite deste sábado (28), que não há nenhum acordo celebrado entre a Polícia Federal e seu cliente, para que o empresário se entregue. Fernando não quis confirmar a data em que Eike voltaria ao Brasil.

Martins também afirmou que Eike jamais submeteu sua apresentação à Justiça a qualquer tipo de condição, o que, segundo o advogado, seria “juridicamente incabível”. O defensor alegou que a conduta de seu cliente sempre foi pautada pela colaboração com a Justiça.

Em nota, a defesa do empresário disse que, em nenhum momento, Eike realizou manobra para se eximir de suas obrigações com a Justiça e que, desde o momento em que lhe foi comunicada a decretação de sua prisão preventiva, fez todos os esforços para retornar ao país no mais breve tempo possível.

Eike Batista é um dos principais alvos da Operação Eficiência, deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira (26). A ação, que é a segunda etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro, investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude a licitações em obras públicas no estado. Eike teria pagado propinas ao ex-governador Sérgio Cabral.

O juiz Marcelo Bretas expediu nove mandados de prisão preventiva, mas três dos acusados já estão presos: além de Cabral, Carlos Miranda, apontado pelas investigações como seu operador financeiro, e o ex-secretário de Governo Wilson Carlos.

Na manhã de quinta-feira, agentes da Polícia Federal estiveram na casa de Eike Batista, mas não o encontraram. Mais tarde, foi revelado que o empresário havia viajado para Nova York na terça-feira (24), o que levou a Polícia Federal a considerá-lo foragido e a incluir seu nome na lista de difusão vermelha da Interpol.


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