O que o brasileiro pensa?
27 de junho de 2020, 17h06

Após Unilever, Coca-Cola suspende anúncios no Facebook e no Twitter globalmente

Grandes anunciantes cobram políticas de combate a discursos de ódio; fortuna de Zuckerberg já encolheu US$ 7,2 bilhões

Foto: Matheus Moreira

Depois de a gigante Unilever, dona de centenas de marcas de alimentos, bebidas e produtos de limpeza e higiene pessoal, anunciar que suspenderá anúncios no Facebook e no Twitter nos Estados Unidos, a Coca-Cola tomou uma medida similar, mas em escala global.

A multinacional fabricante de refrigerantes informou que vai interromper toda a sua publicidade paga em plataformas de mídia social por pelo menos 30 dias, em todos os países em que atua.

James Quincey, diretor-executivo da empresa, cobrou que as plataformas de redes sociais mostrem maior “transparência e responsabilidade”, depois que outras marcas decidiram  retirar seus anúncios destas plataformas para obrigá-las a suprimir conteúdos que incitem o ódio.

Segundo Quincey, a Coca-Cola vai usar este período para “fazer um balanço sobre estratégias publicitárias e avaliar se precisa revisá-las”.

A ofensiva das empresas contra as redes sociais afetou principalmente o Facebook, cujas ações despencaram. Mark Zuckerberg, fundador da plataforma, perdeu cerca de US$ 7,2 bilhões de sua fortuna pessoal depois que uma série de empresas aderiram ao boicote.

Com informações de agências internacionais


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