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02 de setembro de 2019, 12h46

Assim como Datafolha, pesquisa XP também revela aumento da rejeição a Bolsonaro

De acordo com o levantamento XP, 41% classificam a gestão Bolsonaro como “ruim ou péssima”, enquanto 30% avaliam como “ótimo ou boa”. É a primeira vez que as percepções negativas superam as positivas

Reprodução/Twitter

Assim como ocorreu com os dados apresentados pelo DataFolha, a pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira (2) apresenta um cenário de queda na aprovação do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o relatório da pesquisa, os números confirmam o movimento observado no início de agosto, quando as respostas positivas tinham caído um ponto e as negativas, subido três. Nesta segunda-feira, também saíram os dados da Datafolha, mostrando que a reprovação ao presidente Jair Bolsonaro avançou de 33% para 38%.

De acordo com o levantamento XP, 41% classificam a gestão Bolsonaro como “ruim ou péssima”, enquanto 30% avaliam como “ótimo ou boa”. É a primeira vez que as percepções negativas superam as positivas. A pesquisa ouviu 1000 pessoas de abrangência nacional com uma margem de erro de 3,2 p.p.

Expectativa restante mandato

A pesquisa também questionou os eleitores sobre as notícias que saíram recentemente sobre o governo federal e o presidente Jair Bolsonaro. Para 55%, as notícias foram mais desfavoráveis à gestão, contra 17% que as viam como mais favoráveis.

É o segundo pior mês de Bolsonaro nesse critério. A diferença entra as duas avaliações só foi maior na segunda quinzena de maio, quando a percepção negativa atingiu 56% e a positiva 14%. Naquele momento o governo enfrentava a primeira onda de protestos de rua, em uma resposta aos cortes orçamentários promovidos na educação.

Nos últimos meses, Bolsonaro radicalizou o discurso, em acenos mais claros ao se eleitor tradicional e acabou se envolvendo em diversos conflitos políticos.

Um dos primeiros deste período foi quando o pesselista sugeriu que Fernando Augusto Santa Cruz de Oliveira, pai de Felipe Santa Cruz, o atual presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), havia sido morto por colegas de luta armada na ditadura.


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