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09 de janeiro de 2020, 14h50

Cerca de 80 soldados dos Estados Unidos foram mortos nos ataques às bases militares, diz agência iraniana

Segundo o general Esmayeel Qa'ani, “a Guarda Revolucionária deu sua primeira resposta dura aos Estados Unidos, autor desse ato hediondo, e o fez com pleno poder e autoridade”

Reprodução/Al Hadath

A agência iraniana de notícias Fars – que se classifica como independente, mas é descrita por agências ocidentais como “semi-oficial” por suas ligações com o governo – disse nesta quinta-feira que os ataques às bases militares de Al-Assad e Erbil deixaram “cerca de 80 soldados estadunidenses mortos e outros 200 feridos“. O governo dos Estados Unidos nega que houve baixas. Após os ataques, Donald Trump declarou que tudo estava bem.

Segundo a Far, o Iraque disse que os ataques não afetaram seus soldados porque o exército dos EUA já havia bloqueado a entrada de Al-Assad para todos, incluindo os militares iraquianos.

Os ataques foram elogiados pelo novo comandante da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Esmayeel Qa’ani, que ressaltou que o Irã está uma resposta dura ao assassinato do general Qassem Soleimani.

Em mensagem enviada ao líder supremo da Revolução Islâmica, o aiatolá Ali Khamenei, Qa’ani parabenizou seus comandados e afirmou que a ação “demonstrou a capacidade do país de resistir à arrogância global”.

“A Guarda Revolucionária deu sua primeira resposta dura aos Estados Unidos, autor desse ato hediondo, e o fez com pleno poder e autoridade. Essa resposta esmagadora será um complemento à decisão muito importante do Parlamento iraquiano e à firme determinação dos países da região de expulsar as forças terroristas dos Estados Unidos”, completou o general Qa’ani.

Por sua parte, o comandante Abdollah Araghi, também um dos mais importantes líderes da Guarda Revolucionária,  disse que o Irã “deve impor uma vingança mais dura ao inimigo em um futuro próximo”.

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