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02 de novembro de 2019, 16h10

Eleição de Cristina Kirchner alavanca participação das mulheres na Câmara dos Deputados argentina

Kirchner se tornou símbolo de uma política igualitária entre gêneros no país sul-americano

Reprodução/ Instagram

Eleita vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner é apontada como a principal referência entre as mulheres de centro-esquerda no país sul-americano. Conhecida também como “a chefa” pelos kirchneristas, ela se tornou símbolo de uma política igualitária entre gêneros, mesmo respondendo a diversos processos por corrupção.

Com o seu retorno à Casa Rosada, onde foi presidente entre 2007 e 2015, Cristina Kirchner conseguiu alavancar outras candidatas do peronismo. Nas eleições de domingo (27), a paridade de gênero nas candidaturas legislativas foi colocada em prática.

Os argentinos também votaram para prefeitos, governadores de algumas províncias e para quase metade das vagas para deputados e senadores. Na Câmara dos Deputados, as mulheres representam 40%, com 52 vagas. No Senado, são 38%, com nove cadeiras.

Nessas eleições gerais, a lei de paridade de gênero determinou que, na lista de candidatos de cada coligação para cargos legislativos, homens e mulheres estejam organizados de maneira alternada e sequencial até completar o total de cargos disponíveis.


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