Fórumcast #19
27 de abril de 2007, 18h55

Militantes denunciam Fórum Mundial Econômico sobre América Latina

Enquanto ocorre em Santiago do Chile, o Fórum Econômico Mundial sobre América Latina, a Attac realiza evento paralelo no qual denuncia os resultados negativos do Fórum e reúne especialistas para tratar de alternativas aos modelos econômicos vigentes.

Por Adital

Enquanto ocorre em Santiago do Chile, o Fórum Econômico Mundial sobre América Latina, que reúne, até amanhã, 300 líderes, a Associação por uma taxa para as Transnacionais Financeiras e Ação Cidadã (Attac) realiza hoje (25), às 18h, um evento paralelo no qual denuncia os resultados negativos deste Fórum e reúne especialistas para tratar de alternativas aos modelos econômicos vigentes.

A exposição de denúncia se realiza no Paseo Ahumada com Huérfanos. No mesmo horário, na livraria Le Monde Diplomatique, um grupo de economistas exporá as alternativas ao modelo, aos impostos globais e aos royalties. As propostas serão encaminhadas ao Fórum Mundial Econômico, que acontece sob o lema “O poder de uma Agenda Regional Positiva”.

Por su parte, el documento entregue por la Asociación, tiene el título “América Latina y Chile no son mercancías”. El texto resalta que “las grandes empresas y las multinacionales sólo buscan mejores mercados para explotar sus recursos naturales, para aumentar sus ganancias por la vía de la especulación financiera, apropiarse de los servicios luego de presionar por su privatización. Estos grandes conglomerados son los que gobiernan en detrimento de la voluntad democrática de la ciudadanía”.

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Por sua parte, o documento entregue pela Associação, tem o título “América Latina e Chile não são mercadorias”. O texto ressalta que “as grandes empresas e as multinacionais só buscam melhores mercados para explorar seus recursos naturais, para aumentar seus lucros por meio da especulação financeira, se apropriar dos serviços depois de pressionar por sua privatização

Acrescenta que em vez de abrir mais o páis para a voracidade das multinacionais (como os transgênicos da Monsanto), o Chile deveria pensar em mecanismos para distribuir melhor a riqueza, debater seriamente uma profunda reforma tributária e legislar a aplicação de royalties para a mineração, a salmonicultura e aos recursos naturais ameaçados.


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