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20 de outubro de 2014, 18h49

Muro de Berlim será “reerguido”

Como parte da comemoração dos 25 anos da queda do Muro de Berlim, 8 mil balões iluminados serão instalados para dividir novamente a cidade, reconstruindo um dos maiores símbolos da Guerra Fria.

Como parte da comemoração dos 25 anos da queda do Muro de Berlim, 8 mil balões iluminados serão instalados para dividir novamente a cidade, reconstruindo um dos maiores símbolos da Guerra Fria

Por Redação

Os 15 quilômetros que, no auge da Guerra Fria, dividiram a capital alemã entre Ocidente e Oriente por quase três décadas serão “reconstruídos” como parte das atrações que marcarão os 25 anos da queda do Muro de Berlim. Chamado de “Lichtgrenze” (Fronteira de Luz), a divisão imaginária será feita com a instalação de 8 mil balões iluminados e permanecerá exposta entre os dias 7 e 9 de novembro, quando o muro veio finalmente abaixo.

Os visitantes e berlinenses da nova geração poderão andar ao longo da “fronteira de luz”, que se estenderá da Rua Bornholmer, na parte ocidental, até a East Side Gallery, na parte oriental, através de símbolos da divisão da cidade, como o Reichstag, o Portão de Brandenburgo e o Checkpoint Charlie, que era a última parada antes da travessia Leste-Oeste.

Ao longo dos dois dias, serão exibidas imagens mostrando a vida na cidade enquanto o muro era erguido – primeiramente com arames farpados, depois com concreto, torres de vigia e minas terrestres. Os visitantes também ouvirão histórias de 100 pessoas que viveram separadas pelo muro ou tiveram suas vidas afetadas por ele.

A ideia da homenagem veio do artista Christopher Bauder e do cineasta Marc Bauder. No dia 9 de novembro, milhares de voluntários colarão mensagens em cada balão e irão lançá-los ao céu. Todos foram feitos com material biodegradável, para evitar qualquer acidente ambiental.

Foto de Capa: Reprodução


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