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15 de dezembro de 2016, 12h04

Para Jânio de Freitas Moro perdeu controle das delações

Em sua coluna de hoje o jornalista não poupa críticas ao governo e à condução seletiva da Lava Jato: “O país desmorona porque em sete meses o governo Temer não produziu uma só medida em contrário”.

Em sua coluna de hoje o jornalista não poupa críticas ao governo e à condução seletiva da Lava Jato: “O país desmorona porque em sete meses o governo Temer não produziu uma só medida em contrário”.

Da Redação com informações da coluna de Jânio de Freitas

Além de criticar de forma contundente o governo, a coluna de Jânio de Freitas, desta quinta-feira (15), acusa a Operação Lava Jato de seletiva. Para o jornalista, “o país desmorona porque em sete meses o governo Temer não produziu uma só medida em contrário”. Além disso, ao comentar o aparecimento de nomes como Geraldo Alckmim, José Serra, Geddel Vieira Lima, José Agripino entre outros, nos depoimentos, Jânio afirma que “o que se passou agora está bem perceptivo: os procuradores da Lava Jato e Sergio Moro perderam o controle das delações”.

Como se não bastasse, sobre a farsa montada para criar cortina de fumaça à crise que assola o governo, o jornalista aponta: “Fruto da reunião de apavorados, convocada por Temer no fim de semana, o pacote anunciado para esta quinta-feira (15) é uma farsa. Sua finalidade é criar ‘manchetes positivas’. Feito às carreiras por pressão ansiosa de Temer sobre Henrique Meirelles, repete a leviandade na divulgação do projeto da Previdência, depois de queixas paulistas no encontro de Temer com o Conselhão privado”.

E conclui, sem papas na língua: “Na agenda de Eliseu Padilha, esse projeto estaria pronto no próximo ano. Incapaz para o governo, Temer só se ocupa do seu interesse. Não estamos distantes da simples vigarice administrativa”.

Padilha, é sempre bom lembrar, também aparece em delação da Odebrecht, como beneficiário de R$ 1 milhão em propinas para o PMDB.

Sobre a grande pizza que presidente e procurador geral da República tentam assar na Praça dos Três Poderes, Jânio afirma: Temer considerou que os novos “vazamentos”, além do mais, “são ilegítimos”, reclamando ao procurador-geral que acelere os processos. Por conta própria, Rodrigo Janot já informara de uma investigação a respeito.

Veja a coluna completa aqui.


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