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28 de junho de 2016, 16h02

Peritos questionam ordem de cancelamento de perícia da morte de “dono” do jato de Campos

Peritos papiloscopistas procuraram Ministério Público e Secretária de Defesa Social de Pernambuco nesta terça-feira, (28) para questionar a ordem de cancelamento da pericia no motel onde o suposto dono do jato de Eduardo Campos foi encontrado morto, na última quinta-feira, (27).

Peritos papiloscopistas procuraram Ministério Público e Secretária de Defesa Social de Pernambuco nesta terça-feira, (28) para questionar a ordem de cancelamento da pericia no motel onde o suposto dono do jato de Eduardo Campos foi encontrado morto na última quinta-feira (27). Paulo César de Barros Morato, tido como dono do jato utilizado na campanha de Campos, agiria, de acordo com as investigações, como um testa de ferro, lavando dinheiro de práticas corruptas

Por Redação

Peritos papiloscopistas buscaram o Ministério Público de Pernambuco e a Secretaria de Defesa Social do estado nesta terça-feira (28) para pedir esclarecimentos sobre o cancelamento da perícia no motel em Olinda onde foi encontrado o corpo de Paulo César de Barros Morato, que estava foragido da Operação Turbulência, da Polícia Federal.

O corpo foi encontrado no dia 22 deste mês e, na ocasião, um perito foi ao local mas julgou que o espaço era grande e que não dispunha de equipamentos e auxilio suficiente para concluir a perícia no momento. Na manhã seguinte, dois peritos foram ao local mas receberam ordens para cancelar a perícia. Um dos peritos apontou que a dupla recebeu ligação da Gerente de Identificação Criminal Ivoneide Constantino ordenando o cancelamento sob ordens da Gerente Geral da Polícia Científica, Sandra Maria dos Santos, que, por sua vez, teria recebido orientações da secretaria.

Morato estava sendo investigado na Operação Turbulência. Segundo a PF, ele agiria como um testa de ferro, lavando dinheiro de práticas corruptas. As investigações apontavam que ele teria comprado o avião utilizado na campanha de Eduardo Campos, que caiu em 2014, matando o candidato e mais seis pessoas. Com o corpo foram encontrados sete pen drives e três celulares que serão periciados pela PF.

Foto de Capa: EBC


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