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19 de outubro de 2018, 13h47

Após denúncias de fábrica de fake news, filho de Bolsonaro é banido do Whatsapp

Chamando o banimento de "perseguição", o senador eleito Flávio Bolsonaro confessa que tinha "milhares de grupos" em sua rede e, em tom autoritário, requer uma posição do aplicativo.

Reprodução / Twitter

Senador eleito, Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), foi banido pelo WhatsApp após denúncias de que empresas estão pagando até R$ 12 milhões para disseminar fake news em prol da candidatura do capitão da reserva.

Chamando o banimento de “perseguição”, o filho de Bolsonaro confessa que tinha “milhares de grupos” em sua rede, e em tom autoritário requer uma posição da empresa que administra o aplicativa. “Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”.

Nesta sexta-feira, o WhatsApp enviou notificação extra-judicial às agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market para que parem de fazer envio de mensagens em massa contra o PT. A empresa exigiu também que essas agências parem de utilizar números de celulares obtidos pela internet para aumentar o alcance dos grupos na rede social.

A medida foi tomada após reportagem da Folha revelar que um grupo de empresários – entre eles Luciano Hang, dono da Havan – está contratando empresas para disparar fake news contra o PT para a campanha de Jair Bolsonaro (PSL).

A coligação “O Povo Feliz de Novo”, de Fernando Haddad (PT), entrou, na tarde desta quinta-feira, com uma ação de investigação judicial eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a chapa de Jair Bolsonaro (PSL) e Antônio Hamilton Mourão (PRTB).


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