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27 de dezembro de 2019, 19h03

Após fim do contrato com o MEC, TV Escola inicia demissão em massa às vésperas do ano novo

Em novembro, os conselheiros do MEC aprovaram a renovação do contrato da emissora. Apesar disso, a decisão final de Abraham Weintraub foi encerrar a parceria com a TV Escola, gerida pela Associação de Comunicação Roquette Pinto

Funcionários da Associação Roquette Pinto desocupam sala do MEC onde funcionava a TV Escola (Reprodução/Youtube)

A emissora TV Escola deve anuncia nesta sexta-feira (27) ao menos 70 demissões resultantes da ausência de renovação do contrato com o Ministério da Educação. A emissora fechará devido à impossibilidade de funcionamento sem a verba governamental.

Em novembro, os conselheiros do MEC aprovaram a renovação do contrato da emissora com orçamento entre R$ 40 e R$ 70 milhões. Apesar disso, a decisão final de Abraham Weintraub foi encerrar a parceria com a TV Escola, gerida pela Associação de Comunicação Roquette Pinto (Acerp) desde 1996, quando foi fundada.

A emissora transmitia programas educativos e programação em Libras, acessível à população surda. Hoje, conta com 360 funcionários e colaboradores, incluindo a cinemateca e a TV Ines, que tem 10% da programação em Libras. A maior parte do conteúdo é acessado de forma online.

Apesar do desmonte da TV Escola, o governo não apresenta sinais de parar o investimento na TV Brasil, como sugerido por Bolsonaro em sua campanha.

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