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13 de outubro de 2018, 08h59

Bolsonaro diz que, se eleito, vai alterar política do Whatsapp para combater fake news

A campanha de Bolsonaro tem sua base em grupos de whatsapp, que são administrados por ativistas que moram fora do país. O capitão da reserva também tem como conselheiro, Stevie Bannon, ex-estrategista de Donald Trump na Casa Branca.

Bolsonaro em live com o "príncipe" Luis Philippe de Orleans e Bragança (Reprodução)

Em uma live no Facebook, transmitida na noite desta sexta-feira (12), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse que, caso seja eleito presidente, fará com que volte a ser permitido encaminhar textos, fotos e vídeos para mais de 200 pessoas simultaneamente no aplicativo WhatsApp.

Em agosto, o Whatsapp limitou o encaminhamento de mensagens para até 20 pessoas como forma de combater as fake news.

“Quem não ficou chateado quando o WhatsApp aqui, dizendo que era para combater crime de ódio, em vez de você passar 200 mensagens passou para 20? Vamos lutar para que volte ao que era antes”, disse Bolsonaro, acompanhado de Luiz Philippe de Orleans e Bragança, recém-eleito deputado federal pelo PSL.

A campanha de Bolsonaro tem sua base em grupos de whatsapp, que são administrados por ativistas que moram fora do país. O capitão da reserva também tem como conselheiro, Stevie Bannon, ex-estrategista de Donald Trump na Casa Branca. Divulgando fake news e material misógino, xenófobo e racista, Bannon concentrou o movimento de extrema-direita nos Estados Unidos que resultou, entre outros incidentes, nos protestos supremacistas brancos na cidade de Charlottesville.


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