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07 de novembro de 2019, 19h29

Divisão de Homicídios apreende para perícia sistema de mídia da portaria do condomínio de Ronnie Lessa e Bolsonaro

A polícia pretende identificar todas as pessoas que chegaram à portaria do condomínio em 14 de março de 2018, dia dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes

Foto: Marcos Corrêa/Divulgação Presidência

A Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio da Divisão de Homicídios, e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) realizaram, nesta quinta-feira (7), uma operação para apreender o sistema de mídia da portaria do condomínio Vivendas da Barra, onde mora Ronnie Lessa, um dos acusados pela morte da vereadora Marielle Franco. A família de Jair Bolsonaro também reside no local.

A polícia pretende identificar todas as pessoas que chegaram à portaria do condomínio em 14 de março de 2018, dia dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes.

Vozes dos porteiros

Os peritos vão tentar ainda identificar as vozes dos porteiros que trabalharam naquele dia e analisar os áudios gravados pelo sistema de comunicação da portaria com as residências.

Os policiais querem confirmar se Élcio de Queiroz, outro acusado pela morte da vereadora, chegou ao local nesta data e para qual casa ele interfonou.

Um dos porteiros, em depoimento, afirmou que Élcio ia para a casa 58, que pertence a Bolsonaro, e que “Seu Jair” havia liberado a entrada pelo interfone. O presidente, na época deputado federal, negou.


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