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24 de setembro de 2019, 06h31

Eduardo Bolsonaro e comitiva brasileira cortejam Steve Bannon para falar sobre teorias da conspiração

Na reunião com o ex-estrategista do governo Trump, em Nova York, o filho do presidente disse que "ninguém preserva mais que o Brasil" e que a Amazônia é usada por "globalistas" para atacar seu pai

Reprodução/Twitter

Interessado em ocupar o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu nesta segunda-feira (23) com o líder do movimento conservador The Movement e ex-estrategista do presidente americano Donald Trump, Steve Bannon. No encontro, Eduardo falou sobre a Amazônia ser um tema utilizado por “globalistas” para atacar seu pai e que “ninguém preserva mais do que o Brasil”.

Eduardo está em Nova York como parte da comitiva brasileira para a Assembleia-Geral da ONU, que começa nesta terça (24). “Prazer encontrar hoje com Steve Bannon e conversar, dentre outros temas, sobre como a Amazônia é usada pelo establishment internacional (globalistas) para atacar o Brasil e o Presidente Bolsonaro”, escreveu Eduardo no Twitter, junto a uma foto que mostra sua reunião com o conservador americano.

Em seguida, Eduardo comenta que o Brasil é exemplo de preservação e ataca, novamente, os povos indígenas. “O interesse não é cuidar dos índios ou da floresta e sim em construir a narrativa para amanhã pleitear – mais uma vez – a sua internacionalização”, disse. “Ninguém preserva mais do que o Brasil, existem interesses por trás desse discurso ‘paz e amor’ de alguns chefes de Estado”, concluiu.

Eduardo está em Nova York para assistir ao discurso de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), na Assembleia-Geral da ONU. Ele aproveitou para convidar Bannon ao primeiro evento do CPAC no Brasil (Conferência de Ação Política Conservadora), o qual ele ajuda a organizar, que será em outubro.

O assessor para assuntos internacionais da Presidência, Filipe Martins, também posou ao lado de Steve Bannon nas redes sociais, acrescentando a legenda de que “nós não vamos mais entregar nosso país ou nosso povo às falsas canções do globalismo”.

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