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14 de fevereiro de 2020, 11h18

Informalidade avança, bate recorde em 19 estados e no DF e chega a 41% dos trabalhadores

Com a política econômica neoliberal de Paulo Guedes e Jair Bolsonaro, 38,4 milhões de trabalhadores brasileiros estão vivendo de "bicos"

Trabalhador informal durante chuva em Belo Horizonte (Instagram/@alexandrecmota)

Dados divulgados nesta sexta-feira (14) da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar Contínua (PNAD-Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que a política econômica neoliberal de Paulo Guedes e Jair Bolsonaro avança, jogando 38,4 milhões trabalhadores na informalidade. O número representa 41,1% da força de trabalho do país.

Com o porcentual do quarto trimestre, a taxa média anual de informalidade em 2019 atingiu seu maior nível desde 2016 e bateu recorde em 20 unidades federativas do país.

Segundo os dados da Pnad, a informalidade atingiu recordes em Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.

Segundo o IBGE, o aumento da taxa de informalidade está diretamente ligado à leve queda no desemprego, que foi 11,8% no terceiro semestre para 11% nos três últimos meses de 2019.

“Em praticamente todo o país, quem tem sustentado o crescimento da ocupação é a informalidade”, disse Adriana Beringuy, analista do PNAD.

São considerados informais os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.


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