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01 de março de 2019, 18h10

Lula: “Deveria ser proibido um pai enterrar o filho, um avô enterrar o neto”

De acordo com a deputada federal Gleisi Hoffmann, que visitou Lula depois da notícia do falecimento de seu neto, o ex-presidente está "muito abalado" e chorou várias vezes; petista aguarda confirmação da Justiça para ser liberado e comparecer ao sepultamento

Foto: Ricardo Stuckert

Preso em Curitiba desde abril do ano passado, o ex-presidente Lula afirmou, na tarde desta sexta-feira (1), que “deveria ser proibido um pai enterrar o filho, um avô enterrar o neto”. A fala do petista foi retransmitida pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que o visitou na superintendência da Polícia Federal em Curitiba já após a notícia do falecimento de Arthur, seu neto de 7 anos.

De acordo com Gleisi, Lula está bastante “emocionado e abatido” e teria chorado por várias vezes. “Nunca esperaria uma notícia como essa”, disse, segundo a deputada federal.

Gleisi informou, ainda, que neste momento a Justiça do Paraná discute com autoridades policiais a logística do deslocamento de Lula para que ele possar exercer o direito previsto na Lei de Execução Penal para ir ao velório de seu neto.

A PF e o Ministério Público Federal (MPF) já concederam a autorização. Lula e seus advogados aguardam, agora, uma posição oficial da juíza de Execução Penal, Carolina Lebbos.

 


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