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01 de abril de 2019, 11h15

Militar da Aeronáutica é acusado de desviar R$ 2,4 milhões da base de Alcântara

Major-brigadeiro da reserva da Aeronáutica, Herman Rubens Walemkamp será julgado pela Justiça Militar na próxima semana

Instalações da Base de Alcântara, no Maranhão - Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Reportagem de Leandro Prazeres, no portal Uol nesta segunda-feira (1º), informa que o Superior Tribunal Militar (STM) deve retomar na próxima semana o julgamento do major-brigadeiro da reserva da Aeronáutica Herman Rubens Walemkamp, acusado de ter participado de um esquema que envolvia falsificação de notas fiscais que desviou R$ 2,4 milhões durante as construções da obra da base de Alcântara, no Maranhão.

Com agendamento julgado para 9 de abril, o caso teve denúncia oferecida em 2015 pelo MPM (Ministério Público Militar). Na época, foram denunciados dois oficiais da Aeronáutica e dois empresários.

O caso estava parado desde dezembro 2018, quando um dos ministros do STM pediu vistas do processo.

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Estados Unidos
Durante viagem aos Estados Unidos, Jair Bolsonaro assinou um acordo de salvaguardas tecnológicas (AST), que permite o uso comercial do centro de lançamento de Alcântara, no Maranhão.

Na prática, o acordo indica que os Estados Unidos poderão lançar satélites e foguetes da base maranhense, embora o território continue sob jurisdição brasileira.

A medida foi formalizada durante solenidade na Câmara Americana de Comércio. Pelo Brasil, assinaram os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). Jair Bolsonaro acompanhou a assinatura.

Para entrar em vigência, o acordo precisa necessariamente da aprovação do Congresso Nacional.

 


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