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11 de janeiro de 2020, 16h11

Subsídio em energia para igrejas custaria “insignificantes” R$30 mi ao ano, diz ministro

Para o ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia, valor é "praticamente mínimo"

Templo do Salomão (Reprodução)

Em entrevista à Reuters nesta sexta-feira (10), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o projeto do presidente Jair Bolsonaro para reduzir custos de templos religiosos de grande porte, principalmente evangélicos, com energia elétrica custaria cerca de 30 milhões de reais por ano. Para ele, no entanto, o valor é insignificante.

“Analisamos isso no âmbito do Ministério de Minas e Energia para verificar o quanto isso poderia impactar na CDE e verificou-se que, em termos de valores, são valores quase que insignificantes. Valor da ordem anual de 30 milhões de reais, numa conta de 22 bilhões, praticamente mínimo”, afirmou o ministro.

Políticas como essa são bancadas pelos consumidores de energia em geral, por meio de encargo cobrado nas contas de luz que abastece a chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

No entanto, o Ministério da Economia, de Paulo Guedes, não aprovou a medida, lembrando o presidente que subsídios estão na mira do Tribunal de Contas da União (TCU) e que o órgão determinou ao governo que parasse de criar benefícios sem dotação orçamentária.

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