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13 de janeiro de 2020, 22h45

Parceria PT e Netflix é que fez Democracia em Vertigem ser indicado ao Oscar, afirma colunista

"Parceria pontual de negócios, pensando no lucro", teorizou Pedro Menezes, colunista da InfoMoney, em rede social

Reprodução

O assunto que dominou as redes nesta segunda (13) foi a indicação ao Oscar de Democracia em Vertigem, documentário de Petra Costa, a primeira mulher latino-americana a concorrer ao prêmio. Entre comemorações e teorias esdrúxulas, além da acusação de que o documentário deveria ser imparcial (como um juiz, talvez?), o diálogo entre um membro do partido Novo e um colunista da InfoMoney chamou a atenção.

Indignados com a indicação do filme, os jovens Pedro Menezes (colunista do InfoMoney) e Luis Guilherme de Medeiros (militante do Novo) debatiam com seriedade o argumento de que o documentário não mostra a dimensão da recessão brasileira, as “pedaladas fiscais” (que Temer se apressou em liberar assim que assumiu) e os protestos contra Dilma. E ainda que “até a Turma da Mônica é mais documental”.

Questionado por uma usuária do Twitter se a Netflix, então, seria petista, Menezes respondeu: “Eu não escrevi isso. Escrevi que a Netflix fez uma parceria com o PT. Parceria pontual de negócios, pensando no lucro”.

Nota da redação: o tapete é vermelho, a segunda é 13, o logo da Netflix e do PT tem a mesma cor. Tirem suas próprias conclusões.

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