quarta-feira, 30 set 2020
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It’s Already Happened


No fim das contas 137 sekunden não dá nenhuma importância ao nome do episódio. Mesmo assim foi um ótimo episódio, pela primeira vez não temos um punhado de tramas sendo jogadas de uma só vez. Pelo menos dessa vez não ficaram reprisando o flashback de Olivia a cada 5 minutos para encher linguiça, foi um episódio melhor elaborado e melhor trabalhado. A primeira surpresa vem na história do agente Noh, pois sua noiva teve um flashfoward do casamento, enquanto ele suspeitava estar morto por causa do próprio FlashFoward. Strange, mas não impossível, de acordo com a testemunha do alemão o futuro depende de suas decisões. É esse tipo de coisa que deixa a série tão legal, sem falar naquele final, creepy.
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Cadê Nicole? a babá sumiu?
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E a velha equipe de House está de volta, wellcome back!! Só tomara que todo aquele draminha do Foreman com Thirteen não signifique que ela vá sair do elenco da série, eu adoro Olivia Wilde, seria uma pena perdê-la. E tudo por causa do Foreman, que tipo de idiota acha que demitir a namorada é melhor pra relação que ser chefe dela?
O problema do episódio é que ele quer ter valor social, causar reflexão, ninguem assiste séries com esse objetivo, partam pra outra. Cameron é meio que muito boring, e no fim das contas foi só mais um episódio sobre o Foreman.
Preview do próximo:

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Bill e Sookie estão de namoro também na vida real, quem diria né? E viva True Blood!!
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Desisti de esperar pela Universal, fui no megaupload e baixei os episódios restantes da 2ªtemporada de Greek, eu estava esperando comentá-los de maneira geral, mas o último episódio é tão bom que fica difícil não se concentrar nele, vou tentar. Jordan e Rusty formam um ótimo casal, mil vezes melhor que Rusty e J. Ken, em greek todo mundo pega todo mundo, mas diferente de Grey’s Anatomy (que compartilha dessa mesma filosofia), cada um desses casos tem um propósito, e tem uma elaboração muito melhor! Casey sozinha fazendo papel de vela para o irmão é o tipo de coisa que mostra como Greek é hilário. Mas At World’s End, a season finale, é sem dúvida um dos melhores episódios de Greek. Vou logo baixar a terceira temporada! Não aguento ficar longe de personagens como a Jordan. Coadjuvantes assim só se encontra em Greek!
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Rapidinhas:
Assisti mais dois episódios de Damages, a série é realmente ótima, ela sabe como juntar os mistérios, como um bom thriller, é íncrivelmente inacreditável que a série não ganhe mais prêmios. Pass, a terceira temporada de Desperate Housewives é bem boa, adoro os conflitos da vizinhança, e adorei Alma, mas nada de explicarem porque Orson atropelou Mike e quem matou Monique, adoro o mistério. Pass, Dexter seria melhor se não ele não tivesse que sorrir pra se mostrar O psicopata o tempo todo, será que ele pode ser descoberto? ainda na 1ª temporada. Pass, o início da 3ª temporada de Gilmore Girls é meio chato, exceto pelo kirk, adoro o kirk!

Cesar Castanha
Cesar Castanha
Do encanto com os créditos de abertura de "Alice no País das Maravilhas", visto religiosamente sempre que exibido nas tardes de sábado pelo SBT, veio a paixão pelo cinema como experiência estética, transformadora e expressão de uma ideia, uma história ou do próprio experimento. Por amar o cinema para além dos padrões de qualidade impostos a ele pela mídia, por outras instituições e até por uma crítica datada, veio o meu amor por conversar sobre cinema, aderi-lo, defendê-lo, apropriar-me dele. O Milos Morpha é uma conversa sobre cinema. Aqui, o texto nunca é certo e definitivo. O cinema não é uma fórmula para que cada cineasta se aproxime da solução mais correta, é um conjunto de experiências artísticas que já dura mais de 100 anos, é dessa forma que criticamente percebemos e experimentamos o cinema no Milos Morpha.