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13 de novembro de 2019, 10h54

Invasão da embaixada: Chanceler venezuelano diz que Brasil é responsável pela segurança

Além de responsabilizar o governo brasileiro pela segurança dos funcionários da embaixada, o chanceler também exigiu respeito às relações diplomáticas

Foto: Reprodução
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, foi às redes sociais nesta quarta-feira (13) para denunciar a invasão da Embaixada da Venezuela no Brasil por apoiadores de Juan Guaidó, presidente autoproclamado que é reconhecido por Jair Bolsonaro (PSL). O chanceler aproveitou para responsabilizar o governo brasileiro pela segurança dos funcionários da embaixada e pedir respeito às relações diplomáticas.
“Denunciamos que as instalações da nossa embaixada em Brasília foram invadidas a força na madrugada. Responsabilizamos o governo do Brasil pela segurança do nosso pessoal e instalações.Exigimos respeito à Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas”, escreveu Arreaza.
O deputado federal Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara, conseguiu entrar na Embaixada da Venezuela em Brasília e revelou na manhã desta quarta-feira (13) que brasileiros fazem parte do grupo que invadiu o local.
“Recebemos um comunicado hoje por volta das 5h30, 6h, de que a Embaixada da Venezuela havia sido invadida por um grupo de brasileiros e venezuelanos. As pessoas que fizeram essa invasão estão fardadas, claramente não são representantes do povo, representantes diplomáticos. Todos eles têm estilo de lutadores de academia e tudo leva a crer que foram pessoas contratadas, milicianos para fazer essa invasão”, afirmou o parlamentar do PT por volta das 8h40.


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