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18 de fevereiro de 2019, 17h13

Segurança que assassinou rapaz em supermercado poderá responder por homicídio doloso

Polícia também vai investigar a responsabilidade dos outros vigilantes que aparecem nas imagens, enquanto Davi Amâncio imobiliza Pedro Henrique

Davi Ricardo Moreira Amâncio, segurança que assassinou o rapaz Pedro Henrique Gonzaga, na unidade da Barra da Tijuca do supermercado Extra, no Rio de Janeiro, poderá responder por homicídio doloso, ou seja, quando existe intenção de matar, de acordo com informações G1.

Conforme a polícia, Amâncio tinha conhecimento do perigo de matar quando imobilizou Pedro.

A Divisão de Homicídios está analisando as imagens do Extra para confrontar as versões, que pode provocar a mudança no tipo de crime a que o segurança vai responder.

A princípio, Amâncio responderia por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Nesta segunda-feira (18), a polícia disse que vai apurar, também, a responsabilidade dos outros vigilantes que aparecem nas imagens, por omissão de socorro.

Condenação

Amâncio havia sido condenado a três meses de prisão em regime aberto por lesão corporal contra uma ex-companheira. Por isso, não poderia trabalhar como vigilante.

Conforme relato da mulher, depois de uma discussão por ciúmes, ele a agrediu com vários socos no rosto na frente dos seus filhos. Segundo a legislação, a condenação o impede de trabalhar como vigilante.

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