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04 de julho de 2018, 19h06

Após repercussão do caso Cocielo, outros influenciadores apagam posts polêmicos

Alguns youtubers têm receio de perder contratos milionários de patrocínio, assim como aconteceu com Julio Cocielo

Foto: Reprodução/Twitter

Depois da grande repercussão do caso de Julio Cocielo, youtuber que postou uma “piada” racista no Twitter sobre o jogador Mbappé, destaque da seleção francesa na Copa do Mundo, outros influenciadores digitais resolveram retirar posts antigos polêmicos, com receio dos efeitos causados, segundo o blog de Lauro Jardim, em O Globo. No caso de Cocielo, ele perdeu o patrocínio da Adidas, Itaú e Submarino. Para evitar tal desgaste, marcas que apostam no marketing com influenciadores já estão procurando ajuda.

Na consultoria Bites, a demanda por análises de risco sobre essas “celebridades” aumentou mais de 40% nas últimas 48 horas, em relação ao mês anterior. Levantamento feito nesta quarta-feira (4) indica que alguns influenciadores estão apagando posts que possam afetar seus contratos milionários.

Um exemplo é Whindersson Nunes, dono do segundo maior canal no YouTube no Brasil e garoto-propaganda da Oi. Duas das publicações removidas falam sobre homossexualidade. Uma delas: “Se meu filho for gay não vou ficar bravo com ele, vou ficar bravo comigo, eu ki num soube fazer direito”. Outro exemplo é Felipe Neto, que já admitiu ter apagado vários comentários nos últimos anos.


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