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11 de julho de 2019, 23h07

Carla Zambelli diz que Eduardo Bolsonaro embaixador do Brasil nos EUA é “oportunidade de sanar os problemas de toda a Terra”

Para a deputada do PSL, os problemas de toda a humanidade poderão ser resolvidos caso Eduardo Bolsonaro seja o embaixador do Brasil em Washington

Foto: Reprodução/TV Câmara

A deputada federal Carla Zambielli (PSL-SP), uma das defensoras mais ferrenhas de Jair Bolsonaro na Câmara, comemorou nesta quinta-feira (11), pelo Twitter, a provável indicação de seu colega de bancada, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Empolgada, a parlamentar foi para além da relação entre os dois países e chegou a afirmar que caso o filho do presidente seja confirmado como embaixador, todos os problemas do planeta podem ser resolvidos.

“Sim, o Eduardo Bolsonaro foi cogitado pelo Presidente Jair Bolsonaro para ser o Embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Se aceito pelo Eduardo, ganha o Brasil, ganha os EUA, ganha o Planeta, com mais oportunidade de sanar os problemas de toda a Terra”, escreveu.

Conselheiro Olavo 

Em coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados na noite desta quinta-feira (11), Eduardo Bolsonaro disse que Olavo de Carvalho serve como um conselheiro e caso ele vire um embaixador poderá chamá-lo para uns “churrascos e dar uns tiros no quintal dele”.

A nomeação do próprio filho do presidente para uma embaixada não tem precedentes na história da diplomacia brasileira desde a Proclamação da República. Para ser embaixador, Eduardo Bolsonaro deverá ser aprovado pelo Senado.

A indicação vem exatamente no dia seguinte ao aniversário de Eduardo, que completou 35 anos nesta quarta-feira (10). A lei brasileira exige justamente 35 anos como idade mínima para que alguém possa exercer o cargo de embaixador.

Mais cedo, Jair Bolsonaro disse à imprensa em Brasília que pode indicar Eduardo como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. A justificativa do capitão da reserva é que o deputado federal tem uma boa relação com o país presidido por Donald Trump e ainda fala inglês. Eduardo, por sua vez, disparou: “Se eu receber essa missão, vou cumprir”.

Chanceler informal

Desde o início do governo que Eduardo Bolsonaro vem se comportando como uma espécie de “chanceler informal”. Apesar de o cargo ser ocupado oficialmente por Ernesto Araújo, ministro de Relações Exteriores, Eduardo acompanha o pai em quase todas as suas viagens internacionais e tem mais interlocução com lideranças estrangeiras que o próprio chefe do Itamaraty.

Em março, por exemplo, durante a visita viagem aos EUA, o fato de Eduardo ter permanecido na sala durante a reunião entre Bolsonaro e Trump, sem a presença de Araújo, causou mal estar entre a diplomacia brasileira.

 


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