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20 de dezembro de 2019, 22h34

Ex-comunista, Roberto Freire enxerga Huck como “protagonista” na política brasileira

O dirigente do Cidadania afirmou que o apresentador da Rede Globo nunca fez campanha e venceria Haddad em um eventual segundo turno

Luciano Huck - Foto: Reprodução

Filiado ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) desde o tempo de estudante até 1992 e fundador do Partido Popular Socialista (hoje, Cidadania), o ex-ministro Roberto Freire publicou um artigo na quinta-feira (19), no qual afirma que o apresentador da Rede Globo, Luciano Huck, é “protagonista” no cenário político brasileiro. A declaração gerou críticas nas redes sociais, com questionamentos sobre qual o papel Huck tem tido nos últimos tempos. Freire rebateu dizendo que o global aparece bem em pesquisas internas “sem nunca ter feito campanha alguma”.

“Ele tem exercido relativo protagonismo na política nacional e cresce, nesse papel, à medida em que passa a congregar personalidades e formações solidamente estabelecidas na história da democracia e das conquistas civilizatórias em nosso país”, declarou o presidente nacional do Cidadania. O partido pretende ser a legenda que vai receber Huck em 2022.

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Freire fala na formação de um “centro progressista”, ancorado na figura do apresentador global com o objetivo de derrotar a extrema direita bolsonarista e a “extrema esquerda lulopetista”, conforme define. Questionado nas redes sobre que protagonismo seria esse que Huck estaria desempenhando, Freire se limitou a atacar o PT e a citar levantamentos internos do Cidadania.

Pesquisas

“Temos pesquisas que apontam Luciano Huck à frente de Ciro em terceiro lugar. Tem excelente intenção de votos num 2º Turno derrotando Haddad por exemplo. E isso sem ser candidato e sem nunca ter feito campanha alguma. Tal desempenho demonstra grande potencial eleitoral”, declarou Freire.

Desde as últimas eleições, Huck tem se colocado como postulante à presidência, ensaiando uma campanha eleitoral a conta-gotas. Em declaração recente, o global afirmou que o Brasil precisa de uma solução “afetiva” para enfrentar o aumento da desigualdade de renda no país e foi ironizado. “É sobre isso que tenho falado por aí…de nada adianta um país eficiente, se ele não for afetivo. Precisamos de ambos. Precisamos, sim, cuidar das nossas contas, mas precisamos, também, cuidar das nossas pessoas”, tuitou.


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