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04 de fevereiro de 2020, 12h34

Secretário de Bolsonaro divulga agenda: Eletrobras e Casa da Moeda serão privatizadas em 2020

Salim Mattar, Secretário de "Desestatização" do governo Jair Bolsonaro, divulgou um cronograma com as empresas estatais que serão colocadas à venda até janeiro de 2022

Salim Mattar, secretário de Desestatizações e Desinvestimentos do Ministério da Economia (Divulgação)

Salim Mattar, Secretário de “Desestatização” do governo Jair Bolsonaro, divulgou em seu Twitter na manhã desta terça-feira (4) uma agenda de privatizações das empresas estatais que serão feitas pelo governo.

“A primeira empresa de controle direto da União que deve ser desestatizada é a ABGF e está prevista para ocorrer em agosto deste ano”, anunciou Mattar, sobre a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias.

Ainda neste ano, o governo Bolsonaro deve colocar à venda a Eletrobras, em outubro, a Empresa Gestora de Ativos (Emgea), e a Casa da Moeda, que recentemente foi alvo de protesto dos trabalhadores.

Privilégios
A Petrobras, que é um dos principais alvos de Paulo Guedes, não está na lista entre as empresas que serão vendidas até janeiro de 2022.

Com uma fortuna estimada em R$ 1,8 bilhão, Salim Mattar, foi às redes sociais na última quinta-feira (30) criticar o anúncio de greve dos petroleiros que, segundo ele, seriam “privilegiados que trabalham nas estatais”.

“Os petroleiros, que são bem remunerados e têm uma série de benefícios e privilégios por trabalharem numa estatal, anunciaram greve a partir de sábado. A Petrobras considera a mobilização descabida. Enquanto isso 12 milhões de brasileiros comuns seguem procurando emprego”, tuitou, comparando à massa de desempregados no setor privado, do qual faz parte.


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